(Símbolos)

Inkan: o carimbo de Shizuoka e o selo de Mikasa

A página de Shizuoka registra um carimbo por pessoa, acima de 8 mm e abaixo de 25. O selo de Mikasa, na Agência, mede cerca de 4 cm e é do século VIII.

Nicholas Nishimura 11 min de leitura

Pintura em sumi-e de um carimbo com a face entalhada, almofada de tinta vermelha e estojo de madeira aberto.

O carimbo pessoal, na página da cidade de Shizuoka, é um registro de balcão. Cada município, diz a abertura, pode ter um registro de carimbo por pessoa. A página chama isso de o chamado registro de jitsuin. Depois do registro, quem apresenta o cartão no município em que está o registro de morador consegue o certificado de que aquele é o carimbo registrado. O mesmo carimbo não se registra em comum com outra pessoa. Se a pessoa entrega o aviso de saída de Shizuoka, o registro daquela cidade se apaga na hora. O município novo pede registro novo, se lá também for preciso o certificado. A data no alto da página é 13 de julho de 2026. Os números que seguem são os desta página. Não são uma lei nacional colada por cima de outra prefeitura.

印鑑

Inkan

Em Shizuoka, um carimbo por pessoa, maior que 8 mm e menor que 25. O selo de Mikasa é outra peça, de cerca de 4 cm.

O que a página chama de registro

A frase de abertura usa 一つ: um registro de carimbo por pessoa, em cada município. A seção de quem pode registrar usa 一個: um carimbo por pessoa. As duas contagens ficam. Não se lê uma como “um tipo” e a outra como “uma peça”. As duas dizem um.

Quem já registrou e só quer o certificado é mandado a outra página da mesma prefeitura. Esta matéria não copia esse procedimento. Fica no que esta imprime: apresenta-se o cartão, e o certificado sai. O nome do cartão, entre parênteses, é card. O papel é o chamado certificado de registro de carimbo.

A saída já está na abertura, e o verbo é automático. No momento em que se apresenta o aviso de transferência para fora, o registro de Shizuoka se extingue. Se no destino também for preciso o certificado, o registro se faz de novo lá. Não há prazo desse segundo balcão, nem taxa de outra cidade.

O carimbo compartilhado aparece duas vezes: na abertura e na nota 2 de quem pode registrar. A frase é a mesma proibição. A repetição fica. Não vira uma segunda regra mais larga.

Quem registra, e com que face

Pode registrar quem tem registro de morador em Shizuoka e tem 15 anos ou mais. Um carimbo por pessoa. A nota 1 exclui quem não tem capacidade de vontade. A nota não descreve o exame dessa capacidade, nem uma idade abaixo dos 15. O piso e a exclusão são frases distintas.

Quem pede o registro pode ser a própria pessoa. Se a pessoa é um adulto sob curatela, a página só aceita o pedido quando esse adulto vem ao balcão e o curador vem junto. As duas condições estão no mesmo período: a presença da pessoa e a companhia do curador. Uma não substitui a outra. Também pode pedir um procurador, com procuração da pessoa. A página avisa que o caminho de quem vem em pessoa e o caminho do procurador mudam, e manda ler outras duas páginas. O passo a passo desses dois caminhos não está nesta página. Não se inventa aqui.

O carimbo que passa tem duas condições numeradas. A primeira é a medida da face, o traço que fica quando se carimba: um lado maior que o quadrado de 8 milímetros e menor que o quadrado de 25 milímetros. “Maior que” e “menor que” são os limites. A página não diz “a partir de 8” nem “até 25”. A segunda condição é o nome. Pode ser só o sobrenome, ou só o nome próprio, ou o nome completo. A página escreve 氏名(氏のみ・名のみも可).

Há três alívios impressos, e só estes. Caracteres que em geral se usam como o mesmo, como 沢 e 澤, ou 辺 e 邊, podem entrar. Acrescentar ao nome um sinal de carimbo, の印, 之印 ou 章, também pode. O residente estrangeiro registra o alfabeto que está no cartão de residência. Katakana e nome corrente só se já estiverem no registro de morador. Kanji, inclusive o simplificado, só para quem vem de uma zona de kanji e tem o nome em kanji no cartão de residência. Fora dessas três portas, a página não abre outra grafia.

O exemplo é Shizuoka Tarō. Servem o sobrenome só, 静岡. O nome só, 太郎. O nome completo, 静岡太郎. E o nome com o sinal de carimbo, 静岡太郎之印. São quatro exemplos para esse nome. Não são um catálogo de todas as grafias.

O sobrenome anterior também cabe, com uma condição. Quem pediu a menção do sobrenome antigo e já o tem no registro de morador pode registrar o carimbo com esse sobrenome. O modo de pedir a menção no registro, no cartão de número e noutros papéis, está noutra página. Esta só diz que, feita a menção, o carimbo antigo no sobrenome passa a ser possível.

O que a mesma página recusa

A lista do que não se registra é longa, e cada item fica no seu alcance.

Não entra um carimbo que alguém da mesma casa já registrou. Isso não é a frase do carimbo compartilhado. Uma fala de duas pessoas na mesma peça. A outra fala de peça que já está no registro de um morador da casa. A página não as funde.

Não entra borracha nem o que muda de matéria ou de forma com facilidade. O exemplo é a estampa e o plástico que lasca. Não entra peça quebrada, e o exemplo é a borda lascada, nem peça gasta. Não entra face turva, em que a letra custa a ler. Não entra o que não representa o nome do registro de morador, seja sobrenome, nome ou nome completo.

Não entra ocupação, qualificação ou o que não seja o nome. O exemplo é ilustração e nome comercial gravados. Não entra desenho de animal ou outro motivo na face, e o exemplo é o nome com figura de animal. Uma recusa fala do que não é nome. A outra fala de figura. A página não diz que todo desenho seja animal.

A medida volta pelo lado de fora: face de 8 milímetros ou menos, ou de 25 ou mais, não se registra. É o par da primeira condição, que pedia maior que 8 e menor que 25. As duas frases ficam.

Não entra o que representa mal a face. O exemplo é a gravação invertida. Não entra borracha nem o carimbo de tinta embutida do tipo Shachihata. A borracha já tinha aparecido na recusa da matéria instável. Volta aqui com o nome da marca de tipo. As duas menções ficam. Não se apaga uma por ser repetida.

O último item é o carimbo de gravação mecânica, e de modos semelhantes, quando se reconhece que existe carimbo parecido. O verbo é 認められる: quando se considera que há similar. Não é uma proibição de toda máquina. É a recusa do que, feito assim, se julga parecido demais. A página não dá o critério dessa semelhança, nem um número de traços.

O balcão, a taxa e o relógio

A taxa de registro é 300 ienes. A nota 1 diz que, no registro, se emite o cartão. A nota 2 diz que o certificado, quando necessário, custa mais 300 ienes por via. O cartão não é o certificado. Um sai com o registro. O outro se pede à parte, e cada via tem o seu preço. Não se soma os dois 300 num único ato, porque a página os separa.

Três distritos imprimem o mesmo horário, e cada um nomeia a seção de registro civil e de moradores, no primeiro andar, mais um posto. Aoi tem o posto de Ikawa. Suruga, o de Nagata. Shimizu, o de Kanbara. Em todos, de segunda a sexta, das 8h30 às 17h15, fora feriado e o fim e o começo de ano. A página manda ver outra tela para o telefone dos postos. Esses ramais não estão aqui. Não se copiam os da sede para o posto.

Os telefones que esta página imprime são os das três seções. Aoi: 054-221-1061, fax 054-221-1064, endereço Aoi-ku Ote-machi 5-1, primeiro andar. Suruga: 054-287-8611, fax 054-287-8703, Suruga-ku Minami-Yawata-chō 10-40, primeiro andar. Shimizu: 054-354-2126, fax 054-353-8859, Shimizu-ku Asahi-chō 6-8, primeiro andar. A central da cidade é o 054-200-4894, em dia de semana, das 8h às 20h. Esse relógio não é o do balcão. O balcão fecha às 17h15. A central segue até as 20h. Não se usa um para cobrir o outro.

A idade, a medida, a taxa e a hora são as que esta página de Shizuoka imprime, atualizada em 13 de julho de 2026. A frase de que cada município pode ter um registro por pessoa continua no alto, sem o horário de outra cidade.

O selo de cobre, noutra ficha

A ficha da Agência para os Assuntos Culturais é outra coisa, com outro tamanho e outro século. O objeto se chama Mikasa dan’in. A leitura impressa é mikasa dan’in. A classificação é material arqueológico, Nara, prefeitura de Fukuoka. O lugar de achado é Kokubu, cidade de Dazaifu, prefeitura de Fukuoka. O tempo é o período Nara, século VIII. A matéria é cobre fundido. A quantidade é um. O estatuto é bem cultural importante.

O comentário abre chamando a peça de um hanko do período Nara. Dentro de uma borda quadrada, a partir do alto à esquerda, estão quatro caracteres em duas colunas verticais de dois: Mikasa e dan’in. Por ser carimbo, na hora de carimbar os caracteres saem invertidos. A forma não é a do kanji de agora. É o tensho, escrita antiga da China, diz a ficha.

No puxador há uma marca como a letra T do alfabeto posta de cabeça para baixo. A ficha diz que, se essa marca vier para a frente na hora de carimbar, os caracteres saem na orientação certa. O material é liga de cobre, vertida num molde. A face com os caracteres tem cerca de 4 centímetros de lado. A altura, cerca de 5 centímetros. A ficha chama a peça de hanko grande e diz que, na mão, se sentiria bem o peso. “Cerca” fica nas duas medidas. O peso não vem em gramas. A sensação é a frase do comentário, não uma pesagem.

Mikasa, escreve a ficha, é o topônimo da época, e considera-se que aponta o distrito de Mikasa na província de Chikuzen, na atual Fukuoka. O verbo é とされています. Dan é a unidade militar e policial, o corps, fixada pelo ritsuryō, a lei do período Nara. O Mikasa-dan seria então o corps pertencente a Chikuzen, e este selo, pensa-se, o que esse corps usava em documentos oficiais. O verbo aqui é と考えられます. Se for assim, diz o comentário, o peso da peça faz sentido. Chikuzen, diz-se, tinha quatro corps, incluído este. O verbo é といわれています. Três ressalvas, três frases. Nenhuma se promove a certeza por estar ao lado de um bem cultural importante.

O Museu Nacional de Tóquio guarda, entre esses corps, o selo do Onga-dan, o Onga dan’in. A leitura que a ficha dá é onga dan e onga dan’in. Os dois selos, diz ela, parecem-se bem em tamanho e em desenho. O valor que a ficha aponta é duplo: valem como documento escrito e como material histórico que sustenta a existência do corps da época. “Muito preciosos” é o fecho do comentário. Não é uma segunda designação além do bem cultural importante já impresso no alto.

A sede da Agência, no endereço que a ficha imprime, fica em Quioto, no bairro de Kamigyō. A cidade tem matéria própria, Quioto. A ficha descreve o selo achado em Dazaifu, não a festa de julho. O museu que guarda o par de Onga está em Tóquio, na matéria de Tóquio. Os cerca de 4 centímetros e os cerca de 5 não sobem para essa matéria.

O período Nara desta ficha é o século VIII do objeto. A cidade que foi capital tem matéria de destino, Nara. O selo não está descrito nessa página. O século VIII não se troca pelo roteiro da cidade.

O tamanho fica em cada página. Shizuoka pede face maior que 8 milímetros e menor que 25, um carimbo de nome por pessoa, taxa de 300 ienes. A Agência descreve cerca de 4 centímetros de face, cerca de 5 de altura, cobre fundido, um exemplar, bem cultural importante, ligado a um corps. Esta matéria não converte o centímetro no milímetro, e não transforma o selo de corps num carimbo que o balcão de Aoi aceitaria. Um é o registro de 2026. O outro é a peça do século VIII, com o T invertido no puxador.

O ofuda, neste portal, é o papel de santuário, na matéria de ofuda. Nenhuma das duas páginas descreve esse papel. O carimbo de Shizuoka prova um nome no registro de morador. O selo de Mikasa, pensa-se, marcava documento de corps.

O ema é a tabuleta votiva, na matéria de ema. Shizuoka recusa ilustração e figura de animal na face, e não descreve tabuleta pendurada. A ficha do selo descreve tensho numa borda quadrada, não um voto escrito à mão.

O par de pedra à porta está no komainu. O marco de pinho e bambu está no kadomatsu. Nem o balcão nem a ficha do corps falam desses dois. O carimbo não guarda a porta. O selo de cobre não recebe o kami do ano.

Fontes

Perguntas frequentes

Quantos carimbos a página de Shizuoka registra?

Um por pessoa, no município em que a pessoa tem registro de morador. A abertura chama isso de registro do chamado jitsuin. Quem tem 15 anos ou mais e mora em Shizuoka pode registrar um. O mesmo carimbo não se divide com outra pessoa. A página não transforma essa regra no estatuto de todas as cidades.

Qual é o tamanho aceito em Shizuoka?

A face impressa tem de ser maior que um quadrado de 8 milímetros e menor que um quadrado de 25. A lista do que não se registra repete o limite pelo outro lado: 8 milímetros ou menos, e 25 ou mais, ficam de fora. As duas frases são da mesma página. Não se fecha o intervalo num número único.

O selo de Mikasa é este carimbo pessoal?

Não. A ficha da Agência para os Assuntos Culturais descreve um selo de cobre do período Nara, século VIII, achado em Kokubu, na cidade de Dazaifu, em Fukuoka. A face tem cerca de 4 centímetros de lado e a altura cerca de 5. É bem cultural importante, um exemplar. Os 8 e os 25 milímetros de Shizuoka não medem essa peça.

A taxa impressa é de quanto?

O registro custa 300 ienes, e nesse ato sai o cartão. O certificado, se for preciso, custa outros 300 ienes por via. O balcão de cada distrito atende de segunda a sexta, das 8h30 às 17h15, fora feriado e fim de ano. A central telefônica, noutro relógio, atende em dia útil das 8h às 20h.