(Símbolos)
Inkan: o carimbo de Shizuoka e o selo de Mikasa
A página de Shizuoka registra um carimbo por pessoa, acima de 8 mm e abaixo de 25. O selo de Mikasa, na Agência, mede cerca de 4 cm e é do século VIII.
O carimbo pessoal, na página da cidade de Shizuoka, é um registro de balcão. Cada município, diz a abertura, pode ter um registro de carimbo por pessoa. A página chama isso de o chamado registro de jitsuin. Depois do registro, quem apresenta o cartão no município em que está o registro de morador consegue o certificado de que aquele é o carimbo registrado. O mesmo carimbo não se registra em comum com outra pessoa. Se a pessoa entrega o aviso de saída de Shizuoka, o registro daquela cidade se apaga na hora. O município novo pede registro novo, se lá também for preciso o certificado. A data no alto da página é 13 de julho de 2026. Os números que seguem são os desta página. Não são uma lei nacional colada por cima de outra prefeitura.
印鑑
Inkan
O que a página chama de registro
A frase de abertura usa 一つ: um registro de carimbo por pessoa, em cada município. A seção de quem pode registrar usa 一個: um carimbo por pessoa. As duas contagens ficam. Não se lê uma como “um tipo” e a outra como “uma peça”. As duas dizem um.
Quem já registrou e só quer o certificado é mandado a outra página da mesma prefeitura. Esta matéria não copia esse procedimento. Fica no que esta imprime: apresenta-se o cartão, e o certificado sai. O nome do cartão, entre parênteses, é card. O papel é o chamado certificado de registro de carimbo.
A saída já está na abertura, e o verbo é automático. No momento em que se apresenta o aviso de transferência para fora, o registro de Shizuoka se extingue. Se no destino também for preciso o certificado, o registro se faz de novo lá. Não há prazo desse segundo balcão, nem taxa de outra cidade.
O carimbo compartilhado aparece duas vezes: na abertura e na nota 2 de quem pode registrar. A frase é a mesma proibição. A repetição fica. Não vira uma segunda regra mais larga.
Quem registra, e com que face
Pode registrar quem tem registro de morador em Shizuoka e tem 15 anos ou mais. Um carimbo por pessoa. A nota 1 exclui quem não tem capacidade de vontade. A nota não descreve o exame dessa capacidade, nem uma idade abaixo dos 15. O piso e a exclusão são frases distintas.
Quem pede o registro pode ser a própria pessoa. Se a pessoa é um adulto sob curatela, a página só aceita o pedido quando esse adulto vem ao balcão e o curador vem junto. As duas condições estão no mesmo período: a presença da pessoa e a companhia do curador. Uma não substitui a outra. Também pode pedir um procurador, com procuração da pessoa. A página avisa que o caminho de quem vem em pessoa e o caminho do procurador mudam, e manda ler outras duas páginas. O passo a passo desses dois caminhos não está nesta página. Não se inventa aqui.
O carimbo que passa tem duas condições numeradas. A primeira é a medida da face, o traço que fica quando se carimba: um lado maior que o quadrado de 8 milímetros e menor que o quadrado de 25 milímetros. “Maior que” e “menor que” são os limites. A página não diz “a partir de 8” nem “até 25”. A segunda condição é o nome. Pode ser só o sobrenome, ou só o nome próprio, ou o nome completo. A página escreve 氏名(氏のみ・名のみも可).
Há três alívios impressos, e só estes. Caracteres que em geral se usam como o mesmo, como 沢 e 澤, ou 辺 e 邊, podem entrar. Acrescentar ao nome um sinal de carimbo, の印, 之印 ou 章, também pode. O residente estrangeiro registra o alfabeto que está no cartão de residência. Katakana e nome corrente só se já estiverem no registro de morador. Kanji, inclusive o simplificado, só para quem vem de uma zona de kanji e tem o nome em kanji no cartão de residência. Fora dessas três portas, a página não abre outra grafia.
O exemplo é Shizuoka Tarō. Servem o sobrenome só, 静岡. O nome só, 太郎. O nome completo, 静岡太郎. E o nome com o sinal de carimbo, 静岡太郎之印. São quatro exemplos para esse nome. Não são um catálogo de todas as grafias.
O sobrenome anterior também cabe, com uma condição. Quem pediu a menção do sobrenome antigo e já o tem no registro de morador pode registrar o carimbo com esse sobrenome. O modo de pedir a menção no registro, no cartão de número e noutros papéis, está noutra página. Esta só diz que, feita a menção, o carimbo antigo no sobrenome passa a ser possível.
O que a mesma página recusa
A lista do que não se registra é longa, e cada item fica no seu alcance.
Não entra um carimbo que alguém da mesma casa já registrou. Isso não é a frase do carimbo compartilhado. Uma fala de duas pessoas na mesma peça. A outra fala de peça que já está no registro de um morador da casa. A página não as funde.
Não entra borracha nem o que muda de matéria ou de forma com facilidade. O exemplo é a estampa e o plástico que lasca. Não entra peça quebrada, e o exemplo é a borda lascada, nem peça gasta. Não entra face turva, em que a letra custa a ler. Não entra o que não representa o nome do registro de morador, seja sobrenome, nome ou nome completo.
Não entra ocupação, qualificação ou o que não seja o nome. O exemplo é ilustração e nome comercial gravados. Não entra desenho de animal ou outro motivo na face, e o exemplo é o nome com figura de animal. Uma recusa fala do que não é nome. A outra fala de figura. A página não diz que todo desenho seja animal.
A medida volta pelo lado de fora: face de 8 milímetros ou menos, ou de 25 ou mais, não se registra. É o par da primeira condição, que pedia maior que 8 e menor que 25. As duas frases ficam.
Não entra o que representa mal a face. O exemplo é a gravação invertida. Não entra borracha nem o carimbo de tinta embutida do tipo Shachihata. A borracha já tinha aparecido na recusa da matéria instável. Volta aqui com o nome da marca de tipo. As duas menções ficam. Não se apaga uma por ser repetida.
O último item é o carimbo de gravação mecânica, e de modos semelhantes, quando se reconhece que existe carimbo parecido. O verbo é 認められる: quando se considera que há similar. Não é uma proibição de toda máquina. É a recusa do que, feito assim, se julga parecido demais. A página não dá o critério dessa semelhança, nem um número de traços.
O balcão, a taxa e o relógio
A taxa de registro é 300 ienes. A nota 1 diz que, no registro, se emite o cartão. A nota 2 diz que o certificado, quando necessário, custa mais 300 ienes por via. O cartão não é o certificado. Um sai com o registro. O outro se pede à parte, e cada via tem o seu preço. Não se soma os dois 300 num único ato, porque a página os separa.
Três distritos imprimem o mesmo horário, e cada um nomeia a seção de registro civil e de moradores, no primeiro andar, mais um posto. Aoi tem o posto de Ikawa. Suruga, o de Nagata. Shimizu, o de Kanbara. Em todos, de segunda a sexta, das 8h30 às 17h15, fora feriado e o fim e o começo de ano. A página manda ver outra tela para o telefone dos postos. Esses ramais não estão aqui. Não se copiam os da sede para o posto.
Os telefones que esta página imprime são os das três seções. Aoi: 054-221-1061, fax 054-221-1064, endereço Aoi-ku Ote-machi 5-1, primeiro andar. Suruga: 054-287-8611, fax 054-287-8703, Suruga-ku Minami-Yawata-chō 10-40, primeiro andar. Shimizu: 054-354-2126, fax 054-353-8859, Shimizu-ku Asahi-chō 6-8, primeiro andar. A central da cidade é o 054-200-4894, em dia de semana, das 8h às 20h. Esse relógio não é o do balcão. O balcão fecha às 17h15. A central segue até as 20h. Não se usa um para cobrir o outro.
A idade, a medida, a taxa e a hora são as que esta página de Shizuoka imprime, atualizada em 13 de julho de 2026. A frase de que cada município pode ter um registro por pessoa continua no alto, sem o horário de outra cidade.
O selo de cobre, noutra ficha
A ficha da Agência para os Assuntos Culturais é outra coisa, com outro tamanho e outro século. O objeto se chama Mikasa dan’in. A leitura impressa é mikasa dan’in. A classificação é material arqueológico, Nara, prefeitura de Fukuoka. O lugar de achado é Kokubu, cidade de Dazaifu, prefeitura de Fukuoka. O tempo é o período Nara, século VIII. A matéria é cobre fundido. A quantidade é um. O estatuto é bem cultural importante.
O comentário abre chamando a peça de um hanko do período Nara. Dentro de uma borda quadrada, a partir do alto à esquerda, estão quatro caracteres em duas colunas verticais de dois: Mikasa e dan’in. Por ser carimbo, na hora de carimbar os caracteres saem invertidos. A forma não é a do kanji de agora. É o tensho, escrita antiga da China, diz a ficha.
No puxador há uma marca como a letra T do alfabeto posta de cabeça para baixo. A ficha diz que, se essa marca vier para a frente na hora de carimbar, os caracteres saem na orientação certa. O material é liga de cobre, vertida num molde. A face com os caracteres tem cerca de 4 centímetros de lado. A altura, cerca de 5 centímetros. A ficha chama a peça de hanko grande e diz que, na mão, se sentiria bem o peso. “Cerca” fica nas duas medidas. O peso não vem em gramas. A sensação é a frase do comentário, não uma pesagem.
Mikasa, escreve a ficha, é o topônimo da época, e considera-se que aponta o distrito de Mikasa na província de Chikuzen, na atual Fukuoka. O verbo é とされています. Dan é a unidade militar e policial, o corps, fixada pelo ritsuryō, a lei do período Nara. O Mikasa-dan seria então o corps pertencente a Chikuzen, e este selo, pensa-se, o que esse corps usava em documentos oficiais. O verbo aqui é と考えられます. Se for assim, diz o comentário, o peso da peça faz sentido. Chikuzen, diz-se, tinha quatro corps, incluído este. O verbo é といわれています. Três ressalvas, três frases. Nenhuma se promove a certeza por estar ao lado de um bem cultural importante.
O Museu Nacional de Tóquio guarda, entre esses corps, o selo do Onga-dan, o Onga dan’in. A leitura que a ficha dá é onga dan e onga dan’in. Os dois selos, diz ela, parecem-se bem em tamanho e em desenho. O valor que a ficha aponta é duplo: valem como documento escrito e como material histórico que sustenta a existência do corps da época. “Muito preciosos” é o fecho do comentário. Não é uma segunda designação além do bem cultural importante já impresso no alto.
A sede da Agência, no endereço que a ficha imprime, fica em Quioto, no bairro de Kamigyō. A cidade tem matéria própria, Quioto. A ficha descreve o selo achado em Dazaifu, não a festa de julho. O museu que guarda o par de Onga está em Tóquio, na matéria de Tóquio. Os cerca de 4 centímetros e os cerca de 5 não sobem para essa matéria.
O período Nara desta ficha é o século VIII do objeto. A cidade que foi capital tem matéria de destino, Nara. O selo não está descrito nessa página. O século VIII não se troca pelo roteiro da cidade.
O tamanho fica em cada página. Shizuoka pede face maior que 8 milímetros e menor que 25, um carimbo de nome por pessoa, taxa de 300 ienes. A Agência descreve cerca de 4 centímetros de face, cerca de 5 de altura, cobre fundido, um exemplar, bem cultural importante, ligado a um corps. Esta matéria não converte o centímetro no milímetro, e não transforma o selo de corps num carimbo que o balcão de Aoi aceitaria. Um é o registro de 2026. O outro é a peça do século VIII, com o T invertido no puxador.
O ofuda, neste portal, é o papel de santuário, na matéria de ofuda. Nenhuma das duas páginas descreve esse papel. O carimbo de Shizuoka prova um nome no registro de morador. O selo de Mikasa, pensa-se, marcava documento de corps.
O ema é a tabuleta votiva, na matéria de ema. Shizuoka recusa ilustração e figura de animal na face, e não descreve tabuleta pendurada. A ficha do selo descreve tensho numa borda quadrada, não um voto escrito à mão.
O par de pedra à porta está no komainu. O marco de pinho e bambu está no kadomatsu. Nem o balcão nem a ficha do corps falam desses dois. O carimbo não guarda a porta. O selo de cobre não recebe o kami do ano.
Fontes
Perguntas frequentes
Quantos carimbos a página de Shizuoka registra?
Um por pessoa, no município em que a pessoa tem registro de morador. A abertura chama isso de registro do chamado jitsuin. Quem tem 15 anos ou mais e mora em Shizuoka pode registrar um. O mesmo carimbo não se divide com outra pessoa. A página não transforma essa regra no estatuto de todas as cidades.
Qual é o tamanho aceito em Shizuoka?
A face impressa tem de ser maior que um quadrado de 8 milímetros e menor que um quadrado de 25. A lista do que não se registra repete o limite pelo outro lado: 8 milímetros ou menos, e 25 ou mais, ficam de fora. As duas frases são da mesma página. Não se fecha o intervalo num número único.
O selo de Mikasa é este carimbo pessoal?
Não. A ficha da Agência para os Assuntos Culturais descreve um selo de cobre do período Nara, século VIII, achado em Kokubu, na cidade de Dazaifu, em Fukuoka. A face tem cerca de 4 centímetros de lado e a altura cerca de 5. É bem cultural importante, um exemplar. Os 8 e os 25 milímetros de Shizuoka não medem essa peça.
A taxa impressa é de quanto?
O registro custa 300 ienes, e nesse ato sai o cartão. O certificado, se for preciso, custa outros 300 ienes por via. O balcão de cada distrito atende de segunda a sexta, das 8h30 às 17h15, fora feriado e fim de ano. A central telefônica, noutro relógio, atende em dia útil das 8h às 20h.