O caminho do chá e a tigela de dois gramas.
(Receitas)
料理 · ryōri
Receitas
Receita, aqui, não é lista solta de ingredientes. É o prato com a história que cabe nele, o que entra na panela e o gesto da mão. Quando uma casa, um ministério ou uma cozinha publicada dá tempo e medida, a matéria usa esses números e diz de onde vieram.
O que não tem fonte não vira “dez minutos” nem caloria. Adaptação no Brasil aparece quando o grão, o peixe ou o molho daqui muda o resultado.
A primeira da seção é o onigiri, o arroz que se come com a mão. A sopa ao lado é o misoshiru. A chapa de Osaka é o okonomiyaki. A bolinha de polvo está no takoyaki. A tigela de Hokkaido está no ramen. A tigela de carne está no gyūdon. O lombo empanado está no tonkatsu. O espeto da ficha está no yakitori. O curry da ficha está no kare raisu. O dumpling da ficha está no gyoza. O disco de azuki está no dorayaki. A folha de carvalho está no mochi. O legume frito está na tempura. A panela de carne está no sukiyaki. O copo de matcha com leite está no matcha latte.
(Matérias)
Quatro discos, queijo e o anko de outra página.
Vinte e quatro peles, e o missô que não é o recheio.
A tigela de carne na ficha de casa e na revista de 2012.
O iogurte da ficha e o naval de Yokosuka.
Uma colher, duas águas, e os dois gramas de Uji.
A sopa de miso, com a ficha que tem dono.
Dez folhas, dois vapores e a bolinha de soja.
A chapa de Osaka, com a ficha que tem dono.
A bola de arroz que viaja no bolso.
A ficha de Hokkaido, com shoyu na sopa.
O caldo primeiro em Tóquio, e a carne antes em Gunma.
A bolinha de Osaka, com os pesos da ficha.
Legumes a 170 graus, e o peixe a 180 noutra ficha.
O lombo a 160 graus, e o donburi que é outro prato.
A coxa sem minuto no passo, e o porco de Muroran.