A montanha de Inari, em Quioto, e os torii.
(Santuários)
寺社 · jisha
Templos e Santuários
Santuário e templo não são o mesmo chão. O jinja é a casa do kami. O tera guarda um budismo que, no Japão, aprendeu a dividir a rua com ele. Esta seção trata o recinto como lugar, com endereço, montanha, salão e a etiqueta de quem entra.
A foto do portão vermelho não esgota o terreno. O que importa é o que o lugar diz de si: quem está consagrado ali, o que foi reconstruído e por onde a visita passa.
A matéria de entrada é Fushimi Inari Taisha, a montanha de Inari em Quioto. Em Tóquio, o terreiro budista com matéria própria é o Sensō-ji, e o jinja da floresta de Yoyogi é o Meiji Jingū. O pavilhão dourado está no Kinkaku-ji. O palco da encosta leste está no Kiyomizu-dera. O salão do Buda está no Tōdai-ji. A cidade fica em Nara. O culto de Hachiman também entra aqui, em Hachiman. O santuário da maré está em Itsukushima. O de Ieyasu está no Nikkō Tōshō-gū.
(Matérias)
O culto que começou em Usa e chegou a Nara.
Três deusas, a maré e o preço impresso na porta.
O pavilhão dourado, com o nome que o templo usa.
Santuários
Kiyomizu-dera: o palco e a água de Otowa
O palco sobre o penhasco e a água de Otowa.
Pedra do lado de fora, madeira debaixo do telhado.
O santuário que abre com o sol.
A primeira capital permanente, o cervo e o salão.
O 1616 da biblioteca, e a tarifa do santuário.
A estátua fechada e o ano do templo.
Santuários
Tōdai-ji: o Grande Buda de Nara
O Grande Buda, o salão de madeira e o portão sul.