O parque gratuito e o domo visto de fora.
(Destinos)
旅 · tabi
Destinos
Destino, neste portal, não é um ranking de cartão-postal. É o modo de chegar a uma cidade sem tratar o mapa como lista de troféus. O bairro muda de tempo a cada estação. O santuário no meio da avenida continua sendo santuário.
A matéria diz o que o lugar afirma de si e o que a visita pede. Não inventa fila, preço de hotel nem “imperdível”.
Comece por Tóquio, lida entre o santuário de Meiji, o templo de Asakusa e a rua. Quioto entra pela festa de julho e pelo que a rua pede. Osaka entra pela comida e pelo castelo. Nara entra pela primeira capital, pelo cervo e pelo salão. O pavilhão do norte de Quioto está no Kinkaku-ji. O parque e o domo estão em Hiroshima. A montanha está no Monte Fuji. A ilha do norte está em Hokkaido. A prefeitura mais ao sul está em Okinawa.
(Matérias)
O voo, o trem e a neve que a JNTO descreve.
Três deusas, a maré e o preço impresso na porta.
O pavilhão dourado, com o nome que o templo usa.
Santuários
Kiyomizu-dera: o palco e a água de Otowa
O palco sobre o penhasco e a água de Otowa.
A cidade antiga, a festa de julho e a rua.
O santuário que abre com o sol.
A altura que o instituto imprime e a trilha Yoshida.
A primeira capital permanente, o cervo e o salão.
O 1616 da biblioteca, e a tarifa do santuário.
O sul da JNTO, com dois prazos para o castelo.
Comida, castelo e duas horas e meia.
A estátua fechada e o ano do templo.
Santuários
Tōdai-ji: o Grande Buda de Nara
O Grande Buda, o salão de madeira e o portão sul.
A capital lida pelo santuário e pelo templo.