(Santuários)

Nikkō Tōshō-gū: o 1616 da biblioteca e a tarifa do santuário

A biblioteca diz 1616, Kunouzan e o Yōmeimon. O santuário imprime o dia, a tarifa de 1.600 ienes e a alameda de cerca de 12.500 cedros.

Nicholas Nishimura 10 min de leitura

Pintura em sumi-e do portão vermelho de Nikkō, com telhado em camadas, cedros e lanternas de pedra.

Nikkō Tōshō-gū, na página em inglês da Biblioteca Nacional da Dieta, é o santuário de Tokugawa Ieyasu, primeiro xogum do xogunato de Edo. A mesma biblioteca dá o ano da morte, o monte do primeiro enterro e o ano em que o lugar passou a ser conhecido como Toshogu. O santuário, no próprio site, reparte isso em dias, imprime a tarifa e descreve a alameda de cedros noutra página. Quatro textos. Um lugar. Esta matéria não funde o “ano seguinte” da biblioteca com o 15 e o 17 de abril da página de origem, nem trata o bilhete de 1.600 ienes como se a biblioteca o tivesse impresso.

日光東照宮

Nikkō Tōshō-gū

A biblioteca escreve Toshogu e “become”. O santuário separa Tōshōsha, em 1617, de Tōshōgū, em 1645.

O que a biblioteca imprime

A frase de abertura chama o lugar de santuário dedicado a Tokugawa Ieyasu, primeiro xogum do xogunato de Edo. A cidade que esse período deixou no mapa de hoje está na matéria de Tóquio. A biblioteca não descreve Asakusa, nem a floresta de Yoyogi, nem um voo.

Ieyasu morreu em Sumpu em 1616. Foi enterrado no monte Kunouzan, segundo a vontade dele. No ano seguinte, foi trasladado para Nikko e ali consagrado. Em 1645, o santuário recebeu um título maior e, na grafia da página, “become known as Toshogu”. O verbo fica como a página o imprimiu. Esta matéria não o corrige para uma frase inglesa mais lisa, nem trata a correção como um fato novo.

O portão Yomeimon, Tesouro Nacional, é bem conhecido. É a única obra que a página nomeia. Não há número de esculturas, nem gato adormecido, nem dragão, nem hora de abertura, nem iene. A grafia da página é Nikko, Kunouzan, Yomeimon e Toshogu, sem macron. Quando esta matéria cita a biblioteca, usa essa grafia. Quando cita o santuário, usa a dele.

O kami consagrado, neste texto, é Ieyasu. O culto que a matéria de Hachiman lê é outro cargo e outro século. A biblioteca não faz essa ponte. A ponte é só para não emprestar um kami a esta ficha.

O que a página de origem imprime

A página de origem do santuário abre com o título 宮号宣下, a concessão do título de gū. A primeira data não é a da morte. É a da consagração: Genna 3, 1617. O santuário é o lugar que consagra Tokugawa Ieyasu, primeiro xogum Tokugawa.

O nascimento vem a seguir, e a biblioteca não o tem. Tenbun 11, 1542, 26 de dezembro, no castelo de Okazaki, na província de Mikawa, que a página glosa como a cidade de Okazaki, em Aichi. A página resume a vida em cláusulas largas: dificuldades desde a infância, pacificação do mundo em guerra, estabelecimento do sistema de domínios, ordem, estudo, indústria, e os 260 anos de paz e cultura do período Edo como alicerce, com contribuição ao Japão moderno. “260 anos” é a frase dela. A biblioteca não imprime esse número. Esta matéria não o usa para fechar um intervalo de 1603 a 1868, porque nenhuma das duas páginas imprime essas duas pontas.

A morte, na mesma página, é Genna 2, 17 de abril, no castelo de Sunpu, glosado como a cidade de Shizuoka, em Shizuoka, aos 75 anos. Logo em seguida, o enterro divino em Kunōzan, 久能山. O testamento entra na frase seguinte, não na do enterro: um ano depois, a 15 de abril do Genna 3, o corpo foi trazido de Kunōzan para o lugar atual e ali cultuado. A transferência formal, 正遷宮, foi no mesmo ano, a 17 de abril, com o segundo xogum Hidetada à frente da corte e dos militares, e o lugar ficou consagrado como Tōshōsha, 東照社. No Shōhō 2, 1645, recebeu o título de gū e passou a chamar-se Tōshōgū.

O contraste com a biblioteca é de cláusula, não de correção. As duas dizem 1616 para a morte e 1645 para o nome Toshogu. A biblioteca diz Sumpu. O santuário diz castelo de Sunpu e dá o dia e a idade. A biblioteca diz que o enterro no Kunouzan foi segundo a vontade dele. O santuário diz que o enterro em Kunōzan foi imediato, e que o testamento é a razão da mudança, um ano depois. A biblioteca junta “trasladado e consagrado” numa frase, “the following year”. O santuário separa 15 de abril e 17 de abril, e o nome desse momento é Tōshōsha. Tōshōgū espera 1645. Quem somar os dois textos num único funeral perde o que cada página escolheu dizer.

A página de origem ainda imprime o que a biblioteca cala sobre a madeira. O conjunto principal dos edifícios de agora foi refeito pelo terceiro xogum, Iemitsu, no Kan’ei 13, 1636. Não chama o Yōmeimon de Tesouro Nacional. As legendas de imagem nomeiam o Tōshōsha engi, bem cultural importante, 重文, em duas cenas: a viagem a Nikkō, 日光道行, e a invocação, 御勧請. Bem cultural importante não é o Tesouro Nacional da biblioteca. São ranks diferentes, em objetos diferentes. O portão famoso da biblioteca continua a ser frase da biblioteca.

O Meiji Jingū tem matéria própria neste portal. A página de origem de Nikkō não descreve a floresta de Yoyogi, nem uma visita dos três primeiros dias do ano. O kami dela é Ieyasu, com as datas que ela lista.

O relógio e a tarifa

A página de horário e tarifa é outra URL do mesmo site. O recinto abre das 9h às 17h de 1 de abril a 31 de outubro, e das 9h às 16h de 1 de novembro a 31 de março. Em ambas as épocas, a recepção acaba 30 minutos antes do fechamento. A página não imprime “16h30” nem “15h30”. Imprime a meia hora. Esta matéria não fabrica o relógio que ela deixou em palavras.

O santuário da maré tem o relógio dele na matéria de Itsukushima. Não se soma a este. Abril a outubro e novembro a março são as duas metades que Nikkō imprime para si.

O bilhete só do santuário distingue pessoa e grupo. Pessoa é de 1 a 34. Grupo é de 35 para cima. Adulto e estudante do ensino médio: 1.600 ienes, ou 1.440 no grupo. Alunos do ensino fundamental: 550, ou 495 no grupo. O professor que acompanha esses estudantes paga o mesmo que o aluno. A página não estende esse desconto ao professor de ensino médio.

A zona do bilhete, na frase dela, vai do portão da frente ao Yōmeimon, ao salão de culto, ao corredor de pedra, ao corredor leste, ao santuário interior e ao honjidō, “entre outros”. No corredor leste, entre parênteses, está 眠猫, o gato adormecido. No honjidō, entre parênteses, 鳴龍, o dragão que ressoa. São os nomes que a tarifa põe entre parênteses. A página não conta a lenda do gato nem o eco do dragão. Ritos, eventos e obras podem restringir parte da visita. A página pede que se pergunte antes. Não publica o calendário dessas restrições nesta URL.

O portão que a biblioteca chama de Tesouro Nacional é o Yomeimon. Nesta página de tarifa, Yōmeimon é um ponto do percurso, sem o rank. O ensaio do torii, neste portal, é outra forma de portão. A montanha de portões está em Fushimi Inari. A tarifa de Nikkō não descreve um túnel de torii.

O conjunto é bilhete do santuário mais bilhete do museu do tesouro. Adulto e ensino médio: 2.400, ou 2.240 no grupo. Ensino fundamental: 870, ou 815. O museu do tesouro, sozinho: 1.000 e 900, e 400 e 360 para os mais novos. O museu de arte é outra linha: 800 e 640, e 400 e 320. Não entra no conjunto. Somar 2.400 com 800 faria um pacote que a página não vende.

O guia de áudio do recinto cabe em japonês, com faixa de adulto e de criança, em inglês e em chinês. Explica 29 construções. Traz também a origem do santuário e uma coletânea de frases de Ieyasu. O aluguel é 500 ienes por dia. O balcão fica logo depois do portão da frente, em frente. A recepção do guia é das 9h às 16h de abril a outubro, e das 9h às 15h de novembro a março. Não é a frase dos 30 minutos. Grupo avisa por e-mail, no endereço que a página imprime. Pessoa não reserva.

O contato da página é o escritório do santuário: código 321-1431, Yamauchi 2301, cidade de Nikkō, Tochigi. Telefone 0288-54-0560, com a marca de central. Fax 0288-54-0061. A biblioteca não imprime esse endereço.

A alameda, noutra página

A alameda de cedros tem página própria, ainda no site do santuário. É sítio histórico especial e monumento natural especial. A partir de cerca do Kan’ei 2, 1625, Matsudaira Masatsuna levou cerca de 20 anos plantando e doou o conjunto ao Tōshō-gū. A extensão total é de cerca de 37 quilômetros. O ponto de partida é a ponte Shinkyō. A alameda atravessa três estradas: a Nikkō-kaidō, rota nacional 119; a Reiseishi-kaidō, rota 352; e a Aizu-nishi-kaidō, rota 121. Existem cerca de 12.500 árvores. A página diz que o conjunto foi apresentado no Guinness Book. Não transcreve o verbete.

“Cerca de 12.500” é o que existe. A página não imprime quantas mudas Masatsuna pôs na terra. Um número de plantio inicial, lido noutro guia, não entra aqui. “Cerca de 20 anos” a partir de “cerca de 1625” também fica com os dois “cerca”. O ano de 1636 da reconstrução de Iemitsu é da página de origem, não desta. Não se encosta os dois para dizer que a alameda e os salões acabaram no mesmo dia.

A página descreve o desgaste: gases de escape, vibração, desenvolvimento à beira da estrada, e cerca de 50 árvores que morrem por ano. “Cerca de 50” não é uma conta de quantas restarão. A proteção que ela explica é a fundação da alameda e o regime de proprietários. Quem adere compra um cedro. O preço vai para um fundo da prefeitura de Tochigi. O rendimento do fundo sustenta a recuperação das árvores. A fundação e o santuário tratam do dia a dia. Como o conjunto é bem cultural, o cedro não se corta, salvo quando morre. Se o proprietário quiser desfazer-se dele, a prefeitura recompra. Doação ao fundo, à parte do regime, também é aceita. O marcador no ponto de partida, junto à ponte, é do Keian 1, 1648, erguido por Masanobu, filho de Masatsuna.

A mesma página imprime uma tabela de obras de cinco anos, do ano 13 ao ano 17 do plano, com cercas de madeira e projeção de solo, por estrada, e uma linha de total de 7.600 metros. Esse total é o da tabela. Não se soma aos 37 quilômetros, nem se apresenta como comprimento novo da alameda. A página também data dois dias de voluntários em 2000: 5 de agosto, 750 pessoas, limpeza da Nikkō-kaidō entre Ogura-chō e Moritomo; 29 de outubro, 33 voluntários da floresta, corte de vegetação rasteira num terreno da Reiseishi-kaidō, em Myōjin. São as datas impressas. Não são o calendário de uma visita de agora. O telefone da repartição florestal do santuário repete o 0288-54-0560. O da fundação é 028-623-3460.

Quatro páginas, então, e cada número fica na sua. A biblioteca tem 1616, o ano seguinte, 1645 e o portão. A origem tem o dia, os 75 anos, Tōshōsha e o refazer de 1636. A tarifa tem as horas, os ienes e os 29 edifícios do guia. A alameda tem os cerca de 12.500, os cerca de 37 quilômetros e os cerca de 50 por ano. O que uma delas não imprime, a outra não empresta.

Fontes

Perguntas frequentes

A que horas o recinto fecha?

A página de horário do santuário imprime 9h às 17h de 1 de abril a 31 de outubro, e 9h às 16h de 1 de novembro a 31 de março. A recepção acaba 30 minutos antes do fechamento, nas duas épocas. O guia de áudio tem outro relógio, impresso à parte: até as 16h de abril a outubro, e até as 15h de novembro a março.

Quanto custa a entrada de adulto?

No bilhete só do santuário, adulto e estudante do ensino médio pagam 1.600 ienes, e o grupo de 35 pessoas ou mais paga 1.440. O conjunto com o museu do tesouro é 2.400 e 2.240. O museu de arte fica noutra linha, 800 e 640. Esta matéria não soma o conjunto com o museu de arte.

Ieyasu morreu em 1616 e foi trasladado no mesmo ano?

A biblioteca diz que morreu em Sumpu em 1616, foi enterrado no monte Kunouzan segundo a vontade dele, e no ano seguinte foi para Nikkō. A página de origem diz 17 de abril do Genna 2, aos 75 anos, no castelo de Sunpu, enterro logo em Kunōzan, e a mudança, por testamento, no Genna 3: 15 de abril a chegada, 17 de abril a cerimônia, ainda com o nome Tōshōsha.

Os 12.500 cedros são os que foram plantados?

A página da alameda diz que cerca de 12.500 existem agora, em cerca de 37 quilômetros, plantados por Matsudaira Masatsuna a partir de cerca de 1625, ao longo de cerca de 20 anos. Não imprime o número de mudas do início. O total de 7.600 metros é o da tabela de obras, não um acréscimo aos 37 quilômetros.