(Festivais)
Obon: de 13 a 16 de agosto, e a dança de Gujo
A JNTO chama de Obon o período típico de 13 a 16 de agosto. Noutra página, a dança de Gujo vai de julho a setembro, com pico no Obon.
Obon, na página de agosto da Organização Nacional de Turismo do Japão, é o nome comum do período de verão em que, em geral entre 13 e 16 de agosto, os espíritos dos familiares mortos diz-se que voltam ao mundo dos vivos e revisitam quem ficou. A mesma organização, noutra página, descreve a dança de Gujo: de julho a setembro, com pico no meio de agosto, durante o Obon. Duas páginas. Uma dá o intervalo curto e o fim em Quioto no dia 16. A outra dá um festival de muitas noites, que não cabe só nesses quatro dias.
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Obon
O período que a página chama de Obon
A seção se intitula um tempo de espíritos que vagam. “Commonly called Obon”, escreve a página: chamado em geral de Obon. O período de férias de verão fica, em geral, entre 13 e 16 de agosto. “Em geral” é o typically. Não é um decreto de que todo município abra no dia 13 e feche no dia 16. Nesse intervalo, os espíritos dos familiares mortos diz-se que voltam e revisitam os seus. “Diz-se” fica. A página não descreve o caminho da volta, nem um objeto na porta, nem uma oferenda na mesa.
O tradicional, na frase seguinte, é a parentela reunida na casa da família, a dança festiva da comunidade e o passeio em família. Três atos. Nenhum vem com endereço. O assento em avião, trem e ônibus de estrada esgota antes. A página pede planejar com antecedência, ou ficar numa das grandes cidades, que “enjoyer” bem menos gente do que o habitual. A grafia “enjoyer” é a da página. Não se corrige para um verbo que ela não imprimiu. “Bem menos” também fica sem porcentagem.
O feriado do Bon, no começo ou no meio de agosto, é um dos períodos mais cheios e mais caros para viajar no Japão. Essa frase está no bloco “o que saber antes de ir”, ao lado de duas outras que não são o Obon: os grandes festivais de fogo de artifício duram várias horas, e o Awa Odori e o Nebuta de Aomori são festivais queridos. O Bon entra nessa lista como tempo de viagem. Não entra como sinônimo desses dois festivais.
A visão geral da palavra matsuri, neste portal, está na matéria de matsuri. Essa matéria não fixa 13 a 16 de agosto. Esta página não descreve o mikoshi de bairro. O Obon dela é o período, a volta que se diz dos espíritos, a casa, a dança e a passagem esgotada.
O que agosto também imprime
Agosto, no texto de abertura, repete o verão de julho: praia, serra e esporte na água. A diferença é o calor maior e o fundo de festivais e de fogo de artifício, que em julho já existe e em agosto se pronuncia mais. Alguns dos maiores, escreve a página, são o Awa Odori de Tokushima e o Nebuta de Aomori, de cerca de uma semana. Os dois têm dança e luz noturna, em carros, fogo e lanterna. São motivos comuns das celebrações de agosto. A página não os define como Obon. Ficam como festivais de agosto, nomeados antes da seção dos espíritos.
Tōhoku tem uma seção própria, os três grandes, Sandai Matsuri, no começo de agosto, ao longo de vários dias. O Nebuta, de 2 a 7 de agosto, é o que a página chama de bastante famoso dos três, pelos carros. Cada noite, durante cinco dias, plataformas movidas por gente, feitas em grande parte de papel, acendem como lanternas enormes e atravessam a rua diante de multidões. O intervalo impresso é 2 a 7. A frase da noite é “cinco dias”. As duas contagens ficam. “Cerca de uma semana”, no alto, é uma terceira marca. Não se reduz o festival a um só número de dias.
Por volta da mesma época, a página aponta o Tanabata de Sendai, de 6 a 8 de agosto, com fitas longas e coloridas em varas, nas galerias comerciais. E o Kanto de Akita, de 3 a 6 de agosto, com torres de lanterna em vara, que dão nome ao festival. A legenda diz que o Tanabata e o Kanto são igualmente impressionantes. “Igualmente” não faz ranking entre os dois. O Nebuta já tinha sido o “bastante famoso dos três”. A página não apaga uma frase com a outra.
O Tanabata deste portal, a sétima noite lida noutra fonte, está na matéria de Tanabata. Esta página imprime 6, 7 e 8 de agosto em Sendai, e não descreve o papel no bambu dessa outra matéria. As fitas da galeria não sobem para lá, e a sétima noite não desce para o intervalo 6–8 como se fosse a mesma ficha.
Quioto no dia 16, Hiroshima no dia 6
Mais a oeste, a página muda de tom. Em Hiroshima, o dia do bombardeio atômico, 6 de agosto de 1945, é marcado por uma cerimônia em que lanternas acesas descem no rio que atravessa o Parque Memorial da Paz e o Domo da Bomba Atômica. A cidade tem matéria própria, Hiroshima. Esta página não descreve o parque de 1955 dessa matéria. Descreve o dia 6, o rio, o parque e o domo, com as lanternas. Não chama esse ato de Obon.
O fim do Obon, escreve ela, é 16 de agosto, com o Gozan Okuribi de Quioto: caracteres chineses enormes, em fogo, nas encostas. O mais famoso é o caractere que significa “grande”, no Daimonjiyama, no distrito de Higashiyama. “O mais famoso” é um, o do “grande”. Os outros caracteres não vêm nomeados. Não há altura da fogueira, nem hora de acender. A cidade está na matéria de Quioto. Essa matéria não descreve o Daimonjiyama. O dia 16 desta página não se troca pela festa de julho de lá.
A legenda junta as duas cenas: lembrar 6 de agosto de 1945 em Hiroshima e despedir os espíritos dos familiares mortos em Quioto. A legenda aproxima. O texto separa. Um parágrafo é a cerimônia do bombardeio. O seguinte é o fim do Obon. Esta matéria segue o texto. A lanterna do rio não vira o fogo da encosta, e o dia 6 não vira o dia 16.
A dança de Gujo, noutra página
A página do Gujo Odori é outro endereço: 520-1 Hachiman-chō Shimadani, cidade de Gujo, prefeitura de Gifu. O título da abertura chama o festival de uma festa comunitária de 400 anos, que atrai milhares a cada verão. “Milhares” é a frase do título. Mais abaixo, a página escreve “hundreds of thousands of people of people”. O “of people” repetido é o inglês dela. Não se transforma num censo, nem se soma aos “milhares” do título. As duas escalas ficam onde estão.
As danças vão de julho a setembro. São dez danças diferentes, e a página diz que o Gujo Odori não se parece com nenhum outro matsuri de verão no Japão. O bloco de fatos rápidos repete: danças de julho a setembro, pico no meio de agosto durante o período do Obon, duração do pôr do sol ao nascer. Noutro parágrafo, as cerca de 30 noites entre julho e setembro vão do anoitecer ao amanhecer. “Pôr do sol ao nascer” e “anoitecer ao amanhecer” são as duas fórmulas. Não se escolhe uma. “Cerca de 30” não se divide pelos meses.
O Gujo Odori, escreve a página, é reconhecido oficialmente como um dos três festivais de Bon mais importantes do Japão. O título da seção, logo acima, é “um bem cultural popular intangível importante”. O corpo não repete essa designação com o nome de uma lei, nem com um ano de registro. Diz o reconhecimento como um dos três. O título da seção e a frase do corpo ficam os dois. Não se cola um ano que a página não imprime.
O começo, no período Edo, 1603–1867, é atribuído ao esforço de Yoshitaka Endo para juntar a gente de Gujo sem distinção de classe ou de estatuto. Por isso, escreve a página, a dança é conhecida por receber a visita e por tolerar quem dança sem prática. O fim do evento é fazer amigos e ligar pessoas. Há dez danças reconhecidas. Cada uma se aprende depressa seguindo o vizinho. Há aula para quem quer. Morador e visita entusiasmada usam yukata e a sandália de madeira chamada geta. Não há traje obrigatório. Os lugares de dança são muitos, perto de santuários e templos importantes. O centro é compacto, e a página diz que a festa nunca fica longe.
“Dez danças diferentes”, na abertura, e “dez danças reconhecidas”, neste trecho. As duas frases ficam. A aula não é obrigatória. O yukata e a geta são o que morador e visita entusiasmada usam, não um código. “Não há traje obrigatório” está na mesma página.
O caminho impresso é de transporte público. De trem, a linha JR Takayama, da estação de Gifu à de Mino-Ota, cerca de 35 minutos, e baldeação para a Nagaragawa Railway até Gujo-Hachiman. A maior parte dos ônibus de estrada de Nagoya e de Gifu para em Gujo-Hachiman Inter. Um número menor para na Gujo-Hachiman Jokamachi Plaza, que a página chama de mais conveniente. Não há tarifa. Não há minuto além dos cerca de 35. “A maior parte” e “um número menor” ficam sem contagem de carros. A página manda ver o calendário noutro link. As noites deste texto não vêm datadas uma a uma.
O pico no meio de agosto, durante o Obon, é o que esta página encosta no intervalo de 13 a 16. Encosta. Não reduz julho e setembro a esses quatro dias. As cerca de 30 noites continuam no verão inteiro. O Obon da página de agosto continua a ser, em geral, 13 a 16, com o fim no dia 16 em Quioto. A dança de Gujo não está descrita na página de agosto. O Gozan Okuribi não está descrito na página de Gujo.
O resto de agosto, fora desse intervalo
O fogo de artifício tem seção própria. Julho e agosto são o pico. Tóquio e Yokohama fazem exibições de perfil alto, com pirotécnicos de nome, ao longo de várias horas. A cidade está na matéria de Tóquio. Duas cidades menores com evento grande são Nagaoka, em Niigata, de 2 a 3 de agosto, e Suwa, em Nagano, no dia 15. Suwa tem o lago, e a página diz que o lugar inspirou cenas do filme japonês de 2016, Your Name, ou Kimi no Na Wa. As duas cidades veem visitas na casa das centenas de milhares, e a página pede arranjo cedo de pousada e de viagem. O dia 15 cai dentro do “em geral 13 a 16”. A página não chama o fogo de Suwa de Obon. Fica na seção do fogo.
A passagem esgotada do Bon, no começo desta matéria, nomeava as grandes cidades como lugar de menos gente. A página cita Osaka e Tóquio para quem quer a cidade grande menos cheia no pico de agosto. Osaka tem matéria própria, Osaka. “Enjoyer”, de novo, é a grafia do convite. Não é uma estatística de hotel.
O resto do mês, na página, é serra e praia, não o espírito. A gente sobe para o fresco. Os parques nacionais de Hokkaido e de outras áreas, os Alpes japoneses no centro de Honshu, o monte Daisen em Tottori e o vale de Iya e as montanhas de Shikoku entram como destino a considerar. A ilha do norte tem matéria própria, Hokkaido. Esta página não descreve o ramen nem o espeto dessa matéria. Nomeia o parque nacional e o fresco.
Okinawa é, na frase dela, o destino de praia por excelência. Kyushu aparece como igualmente impressionante e um pouco menos conhecido. Miyazaki tem pico de surfe e o Aoshima Beach Park, complexo de lazer com cinema ao ar livre, yoga, DJ e música. Kagoshima tem Amami Ōshima e as ilhas Amami, entre elas Yoron e Okinoerabu. A prefeitura mais ao sul tem matéria própria, Okinawa. Essa matéria lê outras páginas. Esta não dá a temperatura do mar, nem a flor de janeiro. Dá a praia de agosto, ao lado de Kyushu, sem chamar a praia de Obon.
O que a página de agosto atribui ao Obon, então, cabe numa seção: em geral de 13 a 16, a volta que se diz dos espíritos, a casa, a dança da comunidade, o passeio, a passagem esgotada, o feriado caro, e o fim no dia 16 com o caractere “grande” em Higashiyama. O Awa Odori, o Nebuta de 2 a 7, o Tanabata de Sendai de 6 a 8, o Kanto de 3 a 6, a lanterna de Hiroshima no dia 6 de 1945, o fogo de Suwa no dia 15 e a praia de Okinawa estão no mesmo mês, em outras seções. A dança de Gujo, na outra página, atravessa julho e setembro e só marca o pico no Obon. Cada data fica na seção que a imprimiu.
Fontes
- Japan in August, Japan National Tourism Organization.
- Gujo Odori Festival, Japan National Tourism Organization.
Perguntas frequentes
Que datas a página de agosto dá ao Obon?
Em geral entre 13 e 16 de agosto. O nome comum, escreve a JNTO, é Obon. Os espíritos dos familiares mortos diz-se que voltam e revisitam quem ficou. O tradicional, na mesma página, é a família reunida em casa, a dança da comunidade e o passeio. O feriado do Bon, no começo ou no meio de agosto, é um dos períodos de viagem mais cheios e mais caros.
A fogueira de Quioto é o Obon inteiro?
A página diz que o Gozan Okuribi marca o fim do Obon, em 16 de agosto, com caracteres de fogo nas encostas. O mais famoso, escreve ela, é o que significa “grande”, no Daimonjiyama, em Higashiyama. Não descreve os outros caracteres um a um. Não diz que a dança de 13 a 16 seja essa fogueira.
As lanternas de Hiroshima em 6 de agosto são Obon?
Nesta página, não. O dia 6 de agosto de 1945 é a cerimônia do bombardeio, com lanternas no rio que atravessa o Parque Memorial da Paz e o Domo. O fim do Obon, no parágrafo seguinte, é 16 de agosto em Quioto. A página junta as duas memórias numa legenda e separa os dois atos no texto.
A dança de Gujo só acontece de 13 a 16?
Não na página do festival. As danças vão de julho a setembro, cerca de 30 noites, do anoitecer ao amanhecer. O pico é no meio de agosto, durante o período do Obon. São dez danças. A página chama o evento de um dos três festivais de Bon mais importantes. Não imprime o calendário noite a noite.